segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Pelas eternidades.

Pelas eternidades.


Paixões efêmeras por toda vida breve, um fim de semana, atravéz dos olhares, estórias.
Para o você, meu amado , lhe dou o que sempre se vai sem volta.
O presente. Só para que uma hora acabe, entre fitas e confetes coloridos.
Sentimento esse meu, que de indo e vindo se esquece.
Retorna e me encurrala por ser constante.
Eu sei, você sabe, sabemos. As conclusões finais, não valem nada, senão repetir
o primeiro pressentimento: É amor, é de verdade e eterno enquanto dura. Intenso enquanto o for.