terça-feira, 26 de outubro de 2010

Encantado


Poucos compreendem minha saudade do Vale Encantado como você.

Lá vivi meus melhores momentos, não dizendo que meus pais e amigos e todas as minhas dádivas não sejam as maiores do mundo, mas os instantes de felicidade mais intensa, não tem jeito, foram sem sombra de dúvida aqueles vividos no nosso Vale.
Áh Princípe, você sabe bem do que eu falo, né?

terça-feira, 12 de outubro de 2010

As pedras no rio

Sou maleável. Por ser signo de água, por meu riso azulado. Contradigo nos gestos os ideais que proclamo. E não é hipocresia, não estou falando de hipocresia. Falo sim, de coisas íntimas.
Verdade é que por mais que fale ou desfale, o indizível se fará maior e no fim, vou dar por lançar ao instante os dados de meu inesperado! Três, quatro. Sete. Sempre sete. Sou o que não consigo ser. Conheço a ética, pois sei de meus certos errados e do pouco que sei, ainda sei mais. Sei que nada se faz sem ser por duas vias. Dobro minhas premeditações é para aceitar as crateras que a vida (destino?) há de fazer em minhas luas. Não vou me arrepender, de nada, por nada nunca. Antes a falsidade que o arrependimento. Na pele da alma, escreve isso que estou te falando.

domingo, 3 de outubro de 2010

Continua Lindo












Uma voz

As vozes interiores já me disseram, Ana, olha só que arte é cruzar o limite, tá tudo no limite, Ana, olha bem pra ele.

Não deu outra, caí na gargalhada.